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Poema da natureza


Luar prateado sobre as águas pensantes
No céu feita bola de ouro gigante
Os tempos de agora não são como dantes
E as gotas de água vão se embora dançantes

Tá seco o rio onde pesquei quando criança.
Não tem peixes.
Nem vida.
Nem nada

Da estrada na floresta tão fresca.
Só poeira resta

Ao lado do caminho abandonado
Pouco gado
Magro
Doentes
Largados

Mas adiante um tronco brota
Provando que a natureza não tá morta
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