EU VOU PARA A EBD. E VOCÊ?

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Burnbit: converta qualquer link em torrent

Quem tem internet com conexão lenta ou que cai toda hora, sabe a dificuldade que tem para fazer download de um arquivos maiores. Na maioria das vezes temos que recomeçar tudo novamente após perdermos a conexão. Pensando em resolver este problema, recorri ao Google e encontrei um site que transforma links diretos em torrents que podem ser baixados com softwares como bitTorrent, uTorrent e muitos outros.
A vantagem de converter links "físicos" em links "magnéticos" é que eles suportam conexões lentas e podem ser interrompidos e reiniciados sem nenhum problema, além, é claro, de ficar disponível para que outras pessoas também usufluam da facilidade.
O Burnbit, apesar de ainda ser uma ferramenta experimental, é capaz de produzir um ótimo resultado. Outra vantagem , é o fato de ainda gerar botões para sites e blogues direcionando para os torrents gerados.

Acessar Burnbit

Poema: Tá devagar demais

 
Andam devagar,
Os vagões dos trens.
Os pássaros nos ares,
“voam” devagar.

Devagar...
Chega devagar,
O pedido que faço na web.

Anda devagar,
O processo que “corre” na justiça,
A fila da lotérica e do banco.
O mundo gira aos solavancos
Perdido no sistema solar.

Anda devagar,
A dona Maria
Que precisa da aposentadoria
E não pode mais trabalhar.

Anda devagar,
A lei que incrimine
Os políticos corruptos que também fazem leis,
E jogue na grade de uma vez
O impune menor que vive fora da lei.

Andam devagar,
A lua e as estrelas;
A noite que passa ligeira;
As ondas que espumam no mar.

Andam devagar,
As carretas da 364,
E apesar de não ter asfalto
O “sistema” não pode parar.

Andam devagar,
os bois do seu Sebastião
Que toca o acordião
Na seca da terra do Juá.

Anda devagar
O aumento de salário...

Anda devagar quase tudo...
Só a vida que passa depressa
Nesse mundo de tantas promessas
E que nada sai do lugar.

Poema: Paz para o Rio

Diante das lutas do dia a dia
Eu me sinto pequeno e frágil
Um segundo a mais ou a menos
Somos ninguém mesmo que sábios

Entre curvas das estradas
Xerifes a paisana observam
Insistem em salvar à mão armada
Subúrbios inteiros se vão
Tempestades e águas torrenciais
E nós aqui em busca do pão

E nós aqui temos o pão

Tortos por natureza pecadora
Estamos condenados a morrer
Mas existe vida para aquele que crer

Todo dia ouço o rangir do vento
Ouço no morro a guerra sangrenta
Diante da mão da impunidade perversa
Ouço o barulho dos destroços que arrebenta

Ouço os tiros e os gritos no morro...

Pelo amor de Deus uma mãe grita
Ouço a filha chamando pelos pais aflita
Deus por favor responde ao clamor dessa gente humilde
E trás paz para o rio
Rio de Janeiro sê tu uma bênção!

 

Pr. Silas no Super Pop (Completo)

O pr Silas Malafaia esteve no Super Pop da RedeTV debatendo diversos assuntos polêmicos. Dê uma espiadinha na entrevista completa de Silas Malafaia com Luciana Gimenez.

Poema: Fui Morar No Aeroporto

FUI MORAR NO AEROPORTO
Elizeu Barbosa Abreu

A tanto tempo de saudade quase morto
Tanto tempo faz que recebi a má notícia
Estou aqui morando no aeroporto
E apesar de ser muito o desconforto
Posso afirmar que ainda vivo

Cativo da solidão largado ao destino
Ainda me lembro quando eu era um menino
E a tua voz terna me acalmava
Eu que tão bravo fui um dia
Hoje tão frágil sou feito criança

E a dança do vento nas árvores
E o som forte de cada aeronave
Por mais forte que seja não mata a saudade
e a dor que no peito desatina

Porque estou aqui?
As vezes me pergunto
Por que sou bobo
Eu mesmo respondo

E ao ver o jato de fumaça do avião partindo
Recordo a dor que um dia senti
Em ver seu belo sorriso sumindo
E eu aqui, bem aqui.